quinta-feira, janeiro 26, 2006

Re-sentir


A lua torta que eu matei não era a tua
era resquício me cerceando a alma crua
A rua morta e aquela porta já não importam
Aquela grota de um terreiro escura e funda
já enterrou o coração que não me toca

Saiu da toca que eu mesmo fiz foi tua lua
Quando a toquei na rua aberta da porta nua
E essa lua que já é tua e é tão cheia
não me cerceia e não sufoca e entremeia
as velhas crostas de antiga alma reaquecida

Se o meu sorriso te encantou, me encanta o teu
pois eu só rio pra ver brilhar o teu olhar
tão sorridente, traduzido em gargalhar
contemplação que distraído olhar jamais leu
pois não entendeu que é preciso espelhar

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

muito bacana.. gostei pacas.
mas a foto.... eca..risos.
t+ ..

quinta-feira, 26 janeiro, 2006  
Anonymous Anônimo said...

Hi, my special friend. I'm very happy when I read your poetry. You really a good poet.
I hope you to be still happy and, one day you to be come a great poet.
Kissis my friend, and I love you so much.

segunda-feira, 21 agosto, 2006  

Postar um comentário

<< Home